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Relatório de tráfego para cliente: o que a agência deve mostrar

Estrutura de uma página, métricas por tipo de cliente, frequência de envio e o que cortar. Como montar um relatório de tráfego para cliente que segura a renovação.

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Um relatório de tráfego para cliente responde três perguntas, nesta ordem: quanto foi investido, o que voltou em troca e o que a agência vai fazer a seguir. Cabe em uma página. Investimento, resultado, custo por resultado, comparação com o período anterior, uma explicação curta e o plano da próxima semana. O resto (CTR, CPM, alcance, prints do Gerenciador) vai para o anexo, ou vai para o lixo. Se o seu relatório tem oito páginas e nenhuma frase que comece com "vamos", este guia é para você.

O que o cliente quer saber (e nunca pergunta)

O dono de uma clínica não abre o relatório para saber o CPM. Ele abre para confirmar três coisas:

  1. O dinheiro foi para onde combinamos? Investimento do período contra a verba aprovada.
  2. Valeu a pena? Leads, vendas, agendamentos. E quanto custou cada um.
  3. Você está tomando conta? Alguém leu os números, entendeu o que aconteceu e já mexeu no que precisava.

A terceira pergunta é a que segura a renovação. Cliente que recebe um relatório bonito e nenhuma decisão conclui, com razão, que está pagando por um PDF. Cliente que recebe três frases claras e um plano sente que tem alguém do lado dele.

O erro mais comum das agências pequenas é responder só a primeira pergunta, em detalhe, e pular a terceira. Vinte linhas de métricas, zero de "o que fazemos agora".

A estrutura em uma página

Este é o esqueleto que uso para todo cliente, do menor ao maior. Muda o conteúdo, não a ordem.

BlocoO que mostraTamanho
ResumoTrês frases: o resultado, o motivo, a ação3 linhas
InvestimentoGasto total, por plataforma, contra a verba aprovada1 tabela pequena
ResultadoLeads ou vendas, custo por resultado, ROAS quando há receita rastreada1 tabela pequena
ComparaçãoO mesmo número no período anterior, com a variação1 coluna a mais na tabela acima
LeituraO que explica a variação, em linguagem de negócio1 parágrafo
Próximos passosO que a agência vai fazer, com data2 a 4 itens
AnexoCampanhas, criativos, métricas de apoioQuantas páginas precisar

1. Resumo em três frases

A primeira frase é o resultado. A segunda é o motivo. A terceira é a ação. Um exemplo, com números ilustrativos:

"Agosto fechou com 212 leads a R$ 23,40, 11% mais barato que julho, dentro da verba de R$ 5.000. A queda no custo veio do vídeo novo da recepção, que hoje responde por metade dos leads. Em setembro vamos duplicar esse criativo para o público de remarketing e testar uma versão com legenda."

Quem lê só isso já sabe tudo que precisa. É o trecho que o dono do negócio vai encaminhar para o sócio.

2. Investimento

Gasto do período, aberto por plataforma, ao lado da verba aprovada. Se gastou menos do que o combinado, diga por quê (campanha pausada, cartão recusado, verba aprovada tarde). Se gastou mais, diga antes que o cliente veja na fatura.

PlataformaVerba aprovadaInvestidoDiferença
Meta AdsR$ 3.500R$ 3.480R$ 20 a menos
Google AdsR$ 1.500R$ 1.610R$ 110 a mais (ajuste de lance na semana 3)
TotalR$ 5.000R$ 5.090R$ 90 a mais

3. Resultado e custo por resultado

Aqui entra a métrica que o cliente contratou. Uma só como principal. Para quem vende por lead, CPL. Para e-commerce, ROAS ou custo por compra. Para aplicativo, custo por instalação. Para loja física, custo por mensagem ou por rota traçada, o que estiver rastreado.

Defina "resultado" uma vez, por escrito, e não mude sem avisar. Lead do formulário do Meta e conversa iniciada no WhatsApp são coisas diferentes. Somar as duas e chamar de "leads" é o jeito mais rápido de perder a confiança no dia em que o comercial disser que recebeu menos contatos do que o relatório mostra.

4. Comparação com o período anterior

Número sem comparação não diz nada. R$ 23,40 de CPL é bom ou ruim? Depende de quanto era no mês passado e de quanto o cliente aguenta pagar. Coloque sempre a coluna do período anterior e a variação em porcentagem.

Compare períodos do mesmo tamanho. Trinta dias contra trinta dias. Semana contra semana. E quando o mês tem uma data comercial (Dia das Mães, Black Friday), diga isso na leitura, senão a comparação com o mês seguinte vai parecer uma queda.

5. O que explica o número

Um parágrafo, em linguagem de negócio, sem termo de plataforma que o cliente não conhece. Não escreva "o CPM subiu porque a frequência do conjunto de interesses passou de 3". Escreva "o anúncio principal cansou o público que já tinha visto, e ficou mais caro alcançar gente nova; trocamos o criativo no dia 18".

Se você não sabe o que explica a variação, não invente. Diga que está apurando e o que vai testar. O cliente prefere "ainda não sei, e estou investigando" a uma justificativa que ele vai descobrir depois que era enfeite.

6. Próximos passos

De dois a quatro itens, cada um com verbo e prazo. "Subir dois criativos novos até dia 10." "Pausar a campanha de interesses e realocar R$ 800 para remarketing." "Pedir ao cliente a lista de leads fechados para calcular o custo por venda."

O último tipo de item é importante. Boa parte dos próximos passos depende do cliente: aprovar verba, mandar fotos, responder o lead em menos de uma hora. Escreva isso no relatório. É o jeito educado de registrar que o resultado não depende só da agência.

7. Anexo

Tudo que é útil para quem quer se aprofundar e inútil para quem só quer a resposta: tabela por campanha, os três melhores e os três piores criativos, CTR, CPM, frequência, quebra por dispositivo. O anexo pode ter dez páginas. A primeira página não pode ter mais de uma.

Métricas por tipo de cliente

O que é métrica principal para um cliente é ruído para outro. Uma referência:

Tipo de clienteMétrica principalApoio (anexo)Deixe fora
Geração de leads (clínica, escritório, imobiliária)Leads e CPLTaxa de lead em venda, CTR, custo por mensagemAlcance, impressões, curtidas
E-commerceROAS e custo por compraTaxa de conversão do site, ticket médio, custo por adicionar ao carrinhoCliques, CPM
Negócio local (restaurante, loja)Custo por mensagem ou por rota, visitas ao perfilAlcance na região, frequênciaCTR, ThruPlay
Lançamento ou infoprodutoCusto por inscrito e custo por vendaCPL por criativo, CTR, frequênciaAlcance total, engajamento
Marca (raro em agência pequena)Alcance e frequência dentro da metaCPM, visualizações de vídeoCPL, ROAS

Regra prática: se você não consegue explicar em uma frase o que o cliente faz com aquele número, ele vai para o anexo ou some. A lista completa do que enfeita e do que importa está em as 12 métricas do Meta Ads que importam.

O que tirar do relatório hoje

Cinco coisas que aparecem em quase todo relatório de agência e não deveriam:

  • Impressões e alcance como destaque. São o tamanho do gasto, não o resultado. Só entram quando explicam um problema, como frequência alta.
  • Capturas de tela do Gerenciador de Anúncios. O cliente não sabe ler aquela tabela, e você está mostrando que não teve tempo de traduzir.
  • Gráfico com dez linhas. Um gráfico, uma métrica, uma pergunta respondida. Gasto por dia com leads por dia já resolve a maioria dos casos.
  • Engajamento, curtidas e compartilhamentos em campanha de conversão. É a métrica que a plataforma dá de graça, e o cliente não paga por ela.
  • Texto que repete a tabela. "O CPL foi R$ 23,40" embaixo de uma tabela que diz R$ 23,40. Texto serve para explicar, não para narrar.

Sobra espaço. Use para a leitura e para os próximos passos, que são as partes que ninguém tem tempo de escrever.

Meta e Google no mesmo relatório

Se o cliente roda nas duas plataformas, mostre as duas lado a lado, no mesmo bloco de resultado, e resista a somar tudo numa linha de "CPL geral". O lead do Google vem de quem procurou pelo serviço; o do Meta vem de quem foi interrompido no meio do feed. Custam diferente e convertem diferente. Um CPL "geral" de R$ 35 esconde um Google a R$ 60 que fecha metade dos contatos e um Meta a R$ 20 que fecha um em dez.

O que dá para somar: investimento total e número total de resultados. O que não dá: custo por resultado como se fosse uma coisa só, sem a quebra ao lado. O detalhe de como comparar sem se enganar está em Meta Ads e Google Ads no mesmo relatório.

Como mostrar que o mês foi ruim

Vai acontecer. O criativo cansa, o concorrente entra pesado, o formulário quebra numa quinta e ninguém vê até segunda. A diferença entre a agência que perde o cliente e a que renova está em como conta.

A ordem que funciona:

  1. O número, na primeira frase. "Julho fechou com CPL de R$ 41, 60% acima de junho."
  2. A causa, sem rodeio. "O formulário da página ficou fora do ar por três dias e o criativo principal saturou na segunda quinzena."
  3. O que já foi feito. "O formulário foi corrigido no dia 22 e subimos dois criativos novos no dia 24; a última semana já fechou com CPL de R$ 27."
  4. O que vem. "Em agosto, conferimos o formulário todo dia e testamos o público de remarketing."

O que não funciona: abrir com alcance recorde para amortecer, colocar a queda no anexo, ou mandar o relatório com três dias de atraso torcendo para o cliente não perguntar. Ele vai olhar a fatura do cartão. A pergunta é se vai olhar com a sua explicação em mãos ou sem ela.

Antes de escrever a causa, passe pela lista de CPL alto no Meta Ads. Serve como roteiro de diagnóstico e evita a justificativa genérica de "o leilão ficou mais caro".

O primeiro relatório de um cliente novo

O primeiro mês é o mais perigoso. O cliente ainda não tem referência, a conta ainda está aprendendo, e qualquer número parece pior do que o vendedor prometeu. Três coisas para fazer antes do primeiro fechamento:

  • Defina o resultado por escrito, na primeira semana. O que conta como lead, de onde vem e quem confirma. Coloque na primeira página do primeiro relatório e repita nos seguintes.
  • Estabeleça a linha de base do próprio cliente. Se ele já anunciava, pegue os últimos 90 dias da conta e mostre de onde partiu. Se não anunciava, o primeiro mês é a linha de base, e o relatório diz isso com todas as letras.
  • Não compare com "média de mercado". Você não tem esse número com confiança, e o cliente vai cobrar por ele depois. Compare o cliente com ele mesmo.

O primeiro relatório tem uma frase a mais no resumo: "Este é o mês de calibragem; os números de setembro são a referência para os próximos." Isso ajusta a expectativa sem pedir desculpa.

Frequência: o que vai por semana, por mês e por WhatsApp

RitmoFormatoO que temQuando faz sentido
DiárioUma linha no WhatsAppGasto e resultado do diaLançamento, Black Friday, primeira semana de conta nova. Fora disso, não
SemanalMensagem ou e-mail curtoResumo de três frases mais gasto, resultado e custoTodo cliente que investe acima de uns R$ 3.000 por mês
MensalRelatório de uma página mais anexoA estrutura completa deste guiaTodo cliente, sem exceção
TrimestralReuniãoTendência de três meses, verba, metas do próximo trimestreClientes com mais de seis meses de casa

O semanal é o que evita a surpresa no mensal. Se o cliente recebe toda segunda-feira "semana fechou com 48 leads a R$ 24, dentro do esperado, nada a mudar", o relatório do mês não traz susto, e a reunião mensal vira uma conversa sobre o próximo passo, não sobre o passado.

Regra de bolso para o diário: se o cliente pediu, mande, mas em uma linha. Relatório diário de duas páginas ensina o cliente a decidir por dia, e ninguém opera campanha bem decidindo por dia.

Sobre o formato: o mensal vai em PDF, porque é encaminhado e arquivado. O semanal vai como mensagem, porque é lido no celular entre uma reunião e outra. Se o cliente quiser olhar os números a qualquer hora, dê acesso de leitura ao painel que você usa, e deixe claro que o painel mostra dado bruto e o relatório mostra a leitura.

Onde a maior parte das agências perde o cliente

Não é no resultado ruim. É no relatório que não liga o tráfego ao negócio. O cliente vê "212 leads" e pergunta ao comercial, que responde "chegaram uns 150 e fechamos 9". Nesse instante, o relatório da agência vira ficção.

Três coisas evitam isso:

  • Pegue o número do outro lado. Peça ao cliente, todo mês, quantos leads viraram venda. Coloque no relatório como custo por venda. Se ele não tiver o dado, ofereça uma planilha simples para o comercial marcar. É a métrica que o cliente entende sem explicação, e é a versão do CPA que interessa a ele.
  • Reconcilie o que a plataforma conta com o que o cliente recebeu. O Meta conta o lead na hora do envio do formulário. O cliente conta quando alguém responde. Explique a diferença uma vez, por escrito, e pare de brigar por ela.
  • Alinhe a meta por escrito. "CPL abaixo de R$ 30 com pelo menos 150 leads no mês" é meta. "Melhorar os resultados" não é. Com meta escrita, o relatório vira uma resposta simples: bateu ou não bateu, e por quê.

Quando a meta está escrita, o relatório ruim fica mais fácil de mandar, não mais difícil. Você não está defendendo o seu trabalho; está mostrando a distância até um número que os dois combinaram.

Como montar sem gastar a tarde de segunda-feira

Uma agência com oito clientes, cada um com uma conta de Meta e uma de Google, tem dezesseis exportações para fazer, colar numa planilha, conferir período, formatar e só então escrever. É a parte do trabalho que não gera valor nenhum e consome metade do dia.

As opções, da mais manual à menos:

  1. Gerenciador de Anúncios, uma conta por vez. Funciona com dois clientes. Com oito, você passa a segunda-feira exportando CSV. E o Google fica em outra aba, com outro formato de data.
  2. Looker Studio. Gratuito e flexível, mas o Meta Ads não tem conector nativo, então entra um conector de terceiros, e cada painel exige montagem. Vale em alguns cenários; o detalhe está em Looker Studio para Meta Ads.
  3. Ferramentas de relatório prontas (Reportei, AgencyAnalytics e similares). Entregam o relatório montado a partir de modelos. Resolvem a exportação e a diagramação. O comparativo está em ferramentas de relatório de tráfego pago.
  4. Painel com todas as contas e leitura em linguagem natural. Conecta as contas de todos os clientes uma vez e responde perguntas do tipo "compara o gasto desta semana com a passada, por campanha". A escrita do relatório continua sendo sua, mas a parte de juntar número acaba.

O que importa em qualquer uma delas: os dados de todos os clientes num lugar só, o mesmo período aplicado a todas as contas de uma vez, e a comparação com o período anterior sem fórmula de planilha. Se o cliente compartilhou a conta com você pelo portfólio de negócios do Meta, a ferramenta precisa enxergar essa conta sem gambiarra; este guia mostra como isso funciona.

O Vazante não substitui o Gerenciador de Anúncios: a montagem fina de campanha continua lá. O que ele tira do seu caminho é a exportação e a conferência de período, que é onde a segunda-feira ia embora. A estrutura de relatório que recomendamos, com os blocos deste guia, está em relatório de tráfego pago.

Modelo de relatório mensal para copiar

Preencha com os seus números. Os valores abaixo são ilustrativos.

Cliente: Clínica Exemplo · Período: 1 a 31 de agosto · Verba aprovada: R$ 5.000

Resumo. Agosto fechou com 212 leads a R$ 23,40, 11% mais barato que julho, dentro da verba. A queda no custo veio do vídeo novo da recepção, que responde por metade dos leads. Em setembro duplicamos esse criativo para remarketing e testamos uma versão com legenda.

Investimento e resultado.

PlataformaVerbaInvestidoLeadsCPLCPL em julhoVariação
Meta AdsR$ 3.500R$ 3.480168R$ 20,71R$ 24,1014% menor
Google AdsR$ 1.500R$ 1.48244R$ 33,68R$ 31,906% maior
TotalR$ 5.000R$ 4.962212R$ 23,40R$ 26,3011% menor

Leitura. O Meta melhorou porque o vídeo novo teve o dobro de cliques do anúncio antigo, com o mesmo público. O Google subiu um pouco porque o termo principal ficou mais disputado na segunda quinzena; ainda dentro da meta de R$ 35.

O que depende do cliente. Precisamos da lista de leads que viraram consulta em agosto para fechar o custo por consulta. Com os dados de julho (14 consultas em 190 leads), o custo por consulta ficou em R$ 357.

Próximos passos.

  1. Duplicar o vídeo da recepção para o público de remarketing até dia 5.
  2. Testar a versão com legenda até dia 12.
  3. Revisar os termos negativos do Google até dia 8.
  4. Receber a lista de consultas de agosto até dia 10.

Anexo. Tabela por campanha, cinco melhores criativos, CTR e frequência por conjunto.

Isso cabe em uma página, com o anexo em seguida. Leva quinze minutos para escrever quando os números já estão na tela, e a tarde inteira quando não estão.

Lista de verificação antes de enviar

  • O resumo tem resultado, motivo e ação, nessa ordem?
  • O investimento bate com o que o cliente vai ver na fatura?
  • O "resultado" é o mesmo que ficou combinado por escrito?
  • Cada número tem o do período anterior ao lado?
  • Os períodos comparados têm o mesmo tamanho?
  • A leitura está em linguagem de negócio, sem termo de plataforma sem tradução?
  • Os próximos passos têm verbo e data?
  • O que depende do cliente está escrito?
  • Se o mês foi ruim, isso está na primeira frase?
  • A primeira página cabe na tela do celular sem rolar muito?

Se algum item falhou, corrija antes de enviar. Relatório com um dia de atraso e certo vale mais do que no prazo e com número errado.

Por onde começar

Pegue o relatório que você mandou mês passado para o cliente mais importante. Corte tudo que não responde às três perguntas do início. Escreva o resumo de três frases. Adicione o que depende do cliente. Mande esta versão no próximo fechamento e compare a reação.

Depois, resolva a parte mecânica. Se a coleta dos números ainda é exportação manual, conecte as contas dos seus clientes e faça a primeira pergunta ao Claude sobre a semana que passou. O passo a passo da conexão e o que ele consegue fazer com as campanhas estão em Claude no tráfego pago.

Perguntas frequentes

O que deve ter um relatório de tráfego pago para cliente?

Investimento do período, resultado (leads ou vendas) com o custo por resultado, comparação com o período anterior, uma explicação curta do que mudou e os próximos passos. Cabe em uma página. Métricas de apoio, como CTR e CPM, vão para o anexo.

Com que frequência a agência deve mandar relatório para o cliente?

Um resumo curto por semana e um relatório completo por mês. Diário só em lançamento ou quando o cliente pede, e mesmo assim em uma linha. Trimestral serve para revisar estratégia e verba.

Quais métricas de tráfego pago o cliente precisa ver?

As que ligam o gasto ao negócio dele: investimento, número de leads ou vendas, custo por lead ou ROAS, e a variação em relação ao mês anterior. Impressões, alcance e CPM só entram quando explicam um problema.

Como mostrar um resultado ruim no relatório para o cliente?

Na primeira frase, com o número, a causa e o que já foi feito. Esconder a queda no anexo custa a confiança: o cliente vê a fatura do cartão de qualquer jeito.

Dá para automatizar o relatório de tráfego para cliente?

A parte de juntar os dados, sim: um painel que conecta as contas de Meta Ads e Google Ads de todos os clientes elimina a exportação manual. A leitura e o plano de ação continuam sendo trabalho da agência, e é por isso que o cliente paga.

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